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Construo Civil: previso de avanos econmicos e tecnolgicos

19/01/2018
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O mercado da Construção Civil iniciou 2018 com grande expectativa de melhora, tanto econômicas quanto tecnológicas. Segundo dados divulgados pela Associação do Comércio de Materiais de Construção de Minas Gerais, em 2017, o setor apresentou um crescimento de 5% em relação ao ano anterior. Para 2018, amparados em dados macroeconômicos, como a queda de juros, espera-se que a expansão seja de 5% a 7%. Além da melhoria esperada para o mercado, é possível se deparar também com as inovações para o setor, principalmente no que diz respeito à sustentabilidade, qualidade, celeridade das obras e economia. Confira abaixo algumas novidades que prometem modernizar a construção civil:

- Contrapiso autonivelante: já disponível no mercado brasileiro, o contrapiso autonivelante é também conhecido por autoadensável ou autoescoante. Essa é uma alternativa prática e pouco onerosa para recuperar e nivelar bases de concreto. Estudado desde 2008, sua principal característica é a capacidade de se expandir naturalmente na área aplicada, suprimindo etapas morosas, como compactação manual, sarrafeamento e acabamento. Estima-se que seu uso acelera em até 50% a construção de um piso por pavimento, além de reduzir o estoque de materiais no canteiro.

- Impressora 3D: o uso da Impressora 3D na construção civil também já pode ser encontrado no mercado brasileiro. Entretanto, essa tecnologia é mais comum em países como a China e os Estados Unidos. A impressão em 3D em obras é usada com o objetivo de eliminar o desperdício de materiais nos canteiros de obra, aumentar a segurança do trabalhador e ainda diminui o tempo de construção. Há informações de que, na China, uma empresa consegue construir até dez casas em 24 horas.

- Bioconcreto: o bioconcreto foi desenvolvido por pesquisadores holandeses a partir de uma mistura de concreto tradicional, colônias da bactéria Bacillus pseudofirmus e lactato de cálcio - alimento das bactérias. O material é vivo e capaz de se regenerar, com a ação da física, em caso de fissuras. A recuperação funciona da seguinte forma: as bactérias ficam em estado de “latência”, mas, ao ficarem expostas à ação da física – principalmente na infiltração da água -, acordam e se alimentam do lactato de cálcio. O resultado dessa digestão é a criação do calcário, que recria a área desgastada. A validade do bioconcreto é de cerca de 200 anos.

- Tinta que absorve energia solar: essa é uma criação ainda estudada pela Universidade de Alberta, no Canadá. Composta por micropartículas de fósforo e zinco, a tinta promete absorver energia solar como os painéis solares, muito comuns no Brasil. O próximo passo da pesquisa verificará se, ao cobrir apenas a superfície de um telhado, ela será capaz de fornecer eletricidade para uma casa.

 

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19/01/2018
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